Dólar abre atento à crise entre EUA e Irã e à posse do novo presidente do Fed
AI Summary
The dollar starts under pressure as tensions rise between the U.S. and Iran amidst stalled negotiations. Oil prices are also reacting, highlighting the strategic significance of the Strait of Hormuz, while market focus shifts to the new president of the Federal Reserve amid concerns over the economic outlook.
Entenda o que faz o preço do dólar subir ou cair O dólar inicia esta sexta-feira (22) sob pressão, enquanto os investidores acompanham o aumento das tensões no Oriente Médio e a ausência de avanços nas negociações entre Estados Unidos e Irã. Já o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, começa a operar às 10h. ▶️ O foco do mercado segue concentrado no Estreito de Ormuz, rota estratégica para o transporte global de petróleo. Sem sinais de acordo entre Washington e Teerã, os preços da commodity voltaram a subir nesta manhã. 🔎 Por volta das 7h15 (horário de Brasília), o petróleo Brent, referência internacional, avançava 2,8%, cotado a US$ 105,48 o barril. Antes do conflito, em fevereiro, o preço girava em torno de US$ 70. ▶️ Nos EUA, o ambiente político também reforçou a cautela dos investidores. Parlamentares republicanos adiaram para junho a votação de propostas que poderiam aumentar a pressão sobre o presidente Donald Trump para retirar o país da guerra. ▶️ Ainda no cenário americano, Kevin Warsh assume oficialmente nesta sexta-feira a presidência do Federal Reserve (Fed), o banco central dos EUA. Ele substitui Jerome Powell em meio a um período de forte atenção do mercado sobre os rumos da política monetária americana. ▶️ No Brasil, os investidores monitoram a divulgação do relatório bimestral de receitas e despesas do governo federal, além dos dados de atividade industrial de março, publicados pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). Veja abaixo mais detalhes do dia no mercado. 💲Dólar a Acumulado da semana: -1,32%; Acumulado do mês: +0,99%; Acumulado do ano: -8,89%. 📈Ibovespa Acumulado da semana: +0,21%; Acumulado do mês: -5,16%; Acumulado do ano: +10,26%. Notas de dólar. Luisa Gonzalez/ Reuters