Dólar abre em queda, após reunião entre Trump e Xi Jinping e com eleições no radar

🇧🇷 Globo (BR) —
Dólar abre em queda, após reunião entre Trump e Xi Jinping e com eleições no radar

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The US dollar opened lower following a meeting between Presidents Trump and Xi Jinping, which signaled progress on trade and geopolitical issues, while also keeping elections in focus. Oil prices declined amid eased Iran-US tensions, and Brazil's market attention centers on inflation data and a Senate debate in São Paulo.

Entenda o que faz o preço do dólar subir ou cair O dólar abriu a sessão desta sexta-feira (25) em queda, com um recuo de 0,21% perto das 9h, cotado a R$ 5,1823. Já as negociações do Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, começam às 10h. 🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1 ▶️ O encontro da véspera, entre os presidentes Trump e Xi Jinping, continua no radar. Segundo o líder chinês, os dois países "alcançaram um entendimento comum em muitas questões" e devem encontrar novas formas de entendimento entre si. Entre os temas abordados na reunião estavam tarifas, terras raras, compras de produtos agrícolas, inteligência artificial, chips, aviação e investimentos, além de questões geopolíticas como Taiwan e Irã. Entenda o que Trump e Xi negociam e os impactos para o Brasil ▶️ As tensões entre os EUA e o Irã também seguem na mira dos investidores. Ontem, o presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, afirmou que os EUA devem decidir se querem encerrar a guerra e disse que seu país não deseja a continuidade do conflito. Em meio a um discurso mais ameno entre os presidentes dos dois países, os preços do petróleo caem nesta sexta-feira. Perto das 15h30, o barril do Brent, referência internacional, caía 0,97%, cotado a US$ 105,57. Já o West Texas Intermediate (WTI), referência nos EUA, recuava 1,80%, a US$ 92,91 o barril. ▶️ No Brasil, o foco fica com os novos dados do IPCA-15, considerado a prévia da inflação oficial do país. A expectativa do mercado é que o indicador mostre uma alta em setembro, puxada pela reversão do Bônus de Itaipu nas tarifas de energia elétrica e uma queda menor nos preços da gasolina. ▶️ O cenário eleitoral também fica sob os holofotes. Nesta sexta-feira (24), o g1 promove, às 13h, um debate com candidatos ao Senado por São Paulo. Com mediação da jornalista Ana Paula Campos, o encontro, realizado em estúdio na redação da TV Globo na capital paulista, será transmitido no site e nos perfis do portal no YouTube, no TikTok e no Instagram. Acompanhe AO VIVO. Veja abaixo mais detalhes do dia no mercado. 💲Dólar a Acumulado da semana: +0,95%; Acumulado do mês: +0,26%; Acumulado do ano: -5,39%. 📈Ibovespa Acumulado da semana: +0,32%; Acumulado da semana: -0,68% Acumulado do mês: +3,69%; Acumulado do ano: +14,18%. Encontro entre Trump e Xi Jinping O líder chinês Xi Jinping disse que EUA e China "alcançaram entendimento comum em muitas questões" após a reunião realizada com o presidente Donald Trump na Casa Branca, na quinta-feira (24). Xi discursou à noite em um jantar de gala oferecido por Trump na sede do Executivo. Ele disse que os dois países devem encontrar novas formas de entendimento entre si. O republicano também subiu ao púlpito para um breve discurso, em que agradeceu a visita do chinês e convidou os presentes para ver, através de uma cortina vermelha, as obras do novo salão de festas que ele mandou erguer na Casa Branca. Os discursos ocorreram antes do jantar e não houve abertura para perguntas dos jornalistas. Trump e Xi passaram o dia entre reuniões e compromissos conjuntos em Washington. Num encontro pela manhã, os líderes sinalizaram que pretendem cooperar para um "futuro comum". Xi Jinping reconheceu a rivalidade entre as duas principais potências econômicas mundiais, mas pediu que os dois países evitem um confronto. "A China e os Estados Unidos devem manter a linha de não conflito e não confronto entre si", afirmou o líder chinês, recepcionado com pompa por Trump durante a visita de dois dias que faz ao país rival. Em discurso em cerimônia dentro da Casa Branca, Trump repetiu que mantém "uma verdadeira amizade" com o colega, "baseada no respeito mútuo e o interesse do nosso povo". Por que, mesmo estando nos EUA, Xi Jinping escolheu não discursar na ONU? Na quarta-feira, o secretário do Tesouro americano, Scott Bessent, afirmou que os EUA e a China concordaram em estender por dois meses a trégua comercial que expiraria em 10 de novembro. Com isso, o acordo permanece em vigor até janeiro. Segundo Bessent, a medida dará mais tempo para que os dois países negociem um acordo potencialmente mais amplo. A declaração foi feita à Fox News horas após sua segunda reunião, em quatro dias, com o vice-primeiro-ministro chinês, He Lifeng. Questionado sobre a possibilidade de um acordo ser fechado até 10 de janeiro, Bessent respondeu à Fox News que isso ainda não está claro. Ele acrescentou que Washington também pressiona a China para que cumpra de forma mais ampla os compromissos assumidos no acordo atual nos próximos meses. EUA e Irã também ficam no radar Após uma troca de falas mais dura entre os presidentes dos EUA e do Irã, o líder iraniano afirmou, na quinta-feira, que o governo americano deve decidir se quer encerrar a guerra e disse que seu país não deseja a continuidade do conflito. A declaração foi dada à emissora americana Fox News. Pezeshkian havia adotado um tom mais desafiador em seu discurso na Assembleia Geral da ONU na quarta-feira (24), quando afirmou que o Irã

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