Greve de ônibus em Palmas: prefeitura afirma que sindicato descumpriu decisão que exigia frota mínima

🇧🇷 Globo (BR) —
Greve de ônibus em Palmas: prefeitura afirma que sindicato descumpriu decisão que exigia frota mínima

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Motoristas do transporte coletivo de Palmas entraram em greve por reivindicações salariais, e a prefeitura afirma que o sindicato descumpriu uma decisão judicial que exigia a circulação mínima de ônibus. A paralisação deixou estações lotadas; o município diz que recorrerá novamente à Justiça.

Passageiros enfrentam aglomeração em estação no primeiro dia de paralisação Stefani Cavalcante/g1 A Prefeitura de Palmas afirmou que o Sindicato dos Motoristas do Estado do Tocantins (Sintromet) descumpriu nesta terça-feira (3) uma decisão judicial que determinava um percentual mínimo de ônibus circulando em Palmas. No início da manhã, estações ficaram lotadas devido ao início da greve dos motoristas do transporte coletivo. A greve foi aprovada em assembleia realizada em 23 de outubro e começou às 4h desta terça-feira. De acordo com o sindicato, os trabalhadores reivindicam a aplicação do piso salarial previsto na Convenção Coletiva de Trabalho de 2026. A categoria afirma que a Sancetur, concessionária do serviço, não apresentou nova proposta nas negociações mediadas pelo Ministério Público do Trabalho desde junho. LEIA MAIS Estação fica lotada com início de greve do transporte coletivo em Palmas Palmas tem previsão de céu nublado e possibilidade de chuva durante toda a semana Estação Xerente fica lotada com início de greve do transporte coletivo em Palmas Decisão determinou 80% da frota A prefeitura afirma que conseguiu uma liminar no sábado (31), concedida pelo Tribunal Regional do Trabalho da 10ª Região (TRT-10), para garantir a operação do transporte coletivo. A decisão determina a manutenção de, no mínimo, 80% da frota de ônibus e do quadro de motoristas em circulação nos horários de pico, compreendidos entre 5h30 e 8h30 e entre 17h e 20h. Nos demais horários, o percentual mínimo exigido é de 70%. Segundo o município, os percentuais não foram cumpridos. O g1 tentou contato com o Sintromet, mas não houve retorno até a última atualização desta reportagem. A prefeitura afirmou que acionará a Justiça novamente. “Embora a paralisação esteja relacionada a uma questão trabalhista entre o Sintromet e a concessionária, a Prefeitura reafirma seu compromisso com a qualidade do transporte coletivo e espera que as partes busquem uma solução por meio do diálogo e da negociação", afirmou o município em nota. Veja mais notícias da região no g1 Tocantins.

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