Madeireira clandestina que recebia madeira de Terra Indígena é desativada durante operação em Uruará

🇧🇷 Globo (BR) —
Madeireira clandestina que recebia madeira de Terra Indígena é desativada durante operação em Uruará

AI Summary

A clandestine sawmill receiving illegal wood from the Cachoeira Seca Indigenous Land was dismantled in Uruará, Pará, Brazil. The operation involved IBAMA, PRF, and National Force agents, having found large amounts of illegally sourced wood and destroyed the infrastructure to halt illicit activities.

Madeireira ilegal que recebia madeira de terra indígena é desativada em Uruará, no Pará Uma madeireira clandestina foi desativada durante uma operação de combate a crimes ambientais em Uruará, no sudoeste do Pará. Segundo as investigações, o estabelecimento recebia madeira retirada ilegalmente da Terra Indígena Cachoeira Seca. A empresa funcionava às margens da Rodovia Transamazônica, a BR-230. A ação reuniu fiscais do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), agentes da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e integrantes da Força Nacional. ✅ Clique e siga o canal do g1 Pará no WhatsApp De acordo com os investigadores, a madeireira estava embargada desde 2017, mas continuava funcionando sem licença. Durante a fiscalização, foram encontrados cerca de 365 metros cúbicos de madeira considerada ilegal no pátio do estabelecimento. Para impedir a continuidade das atividades, os agentes destruíram a estrutura do galpão e a madeira apreendida. Uma máquina carregadeira também foi destruída. Segundo a operação, o equipamento estava sem freios e utilizava um tanque de combustível improvisado. O responsável pela empresa deverá responder pelas irregularidades identificadas durante a operação. Madeireira ilegal que recebia madeira de terra indígena é desativada em Uruará, no Pará Reprodução / TV Liberal Leia todas as notícias do estado no g1 Pará

Security Conflict Politics illegal logging environmental crime indigenous land Brazil law enforcement deforestation IBAMA

Read original source →